Flacidez facial é um dos problemas mais comuns nos dias de hoje.
Quando você olha no espelho, sente ou tem a percepção de que o rosto está derretendo? Você já percebeu se está perdendo seu contorno facial?
Isso é flacidez facial e ela se pronuncia a partir dos 25 anos, quando a gente começa a perder colágeno e ter um grau elevado de reabsorção óssea, até porque se achava que a flacidez existia somente por conta da perda de colágeno, mas não é bem por aí.
A flacidez está relacionada à perda de gordura facial, perda óssea e, por esse motivo, a pele começa a cair e perder toda a sustentação e é a sustentação que nos dá o ar de jovialidade. Quando a perdemos, ganhamos o aspecto caído e envelhecido.
Como consequência aparecem o sulcos nasogenianos, que muitas pessoas querem tratar com o preenchimento, mas entender a causa e o motivo do aparecimento de sulcos para poder tratar de vez esse problema é muito importante.
As olheiras também podem ser causadas pela flacidez. Clique aqui e saiba mais!
Saber que estamos ganhando esse aspecto envelhecido e perdendo toda nossa jovialidade, pode ser meio desesperador, não é mesmo? Mas para a flacidez nós temos a solução.
O Sculptra ou ácido polilático é uma substância injetável, usada para estimular a produção de colágeno na pele através de pontos específicos, aumentando a produção de fibroblastos, que são células produtoras de colágeno.
O tratamento pode ser iniciado nos primeiros anos em que os sintomas começam a aparecer, uma pessoa com 28 ou 29 anos já pode começar a fazer o Sculptra de uma forma preventiva. Caso a flacidez já esteja em estado avançado, ainda é possível recuperar essa pele, realizando um número maior de sessões do Sculptra e depois fazendo a manutenção.
Se você quer saber a causa da sua flacidez e entender melhor os tratamentos para ela, marque uma consulta que teremos o maior prazer em avaliar e explicar qual o melhor tratamento para melhorar a sua aparência, garantir a sua jovialidade por um período longo e duradouro, já que nossa expectativa de vida está bem mais prolongada.
Um beijo!
Dra. Renata Sitonio.